Encadeio a tua escuridão.
Perdido no teu convés, o tempo silente cochila.
Há um estado de silêncios!
A brisa afaga o nosso momento.
Incendeias em pequenos instantes. Acendo o
meu umbral.
No celeiro do amor, o rio é eterno e lento o desaguar.
Sedento, quedo-me à tua espera num leito de rosas!
E assim atraco no cais do nosso ponto do mar.
A canoa ondula e tu fumegas enquanto perdura
a espera!