Contra o poder desagregador do corpo
POÉTICA LEITURA
"O único jeito de suportar a existência é mergulhar na literatura como numa orgia perpétua". ( Gustave Flaubert )
21/04/2026
A ESCRITA E A ETERNIDADE ( Eduarda Chiote ) in Órgãos Epistolares, Edições Afrontamento, Porto, 2010
O MEU MAIOR MEDO ( Katerina Gógou ) Mudado para português por Maira Parula a partir da versão em inglês de G. Chalkiiadakis
O meu maior medo
HÓSPEDE (Carmem Ruiz Fleta) Traduzido para o português pela poeta, tradutora e professora Maria Soledade Santos
Abri as portas da minha casa
Por Cláudia R. Sampaio; in “A Primeira Urina da Manhã”, Douda Correria, Lisboa, 2015
A malandrice chamou-me a atenção aos cinco anos,
O FUTURO? TEM ORELHAS ( Júlia de Carvalho Hansen ) in “Seiva Veneno Ou Fruto”, Editora Chão da Feira, Brasil, 2016
O futuro? Tem orelhas,
COMO ALCANÇAR O PARAÍSO (Daiva Cepauskaite )Versão: Luís Parrado da tradução inglesa de E. Alisanka e Kerry S. Keys em 2008.
Tens de ter coragem
A PEDRA ( Maria Graciete Besse ) in “Olhar Fractal“, Editora Ulmeiro, Lisboa, 1996
A pedra
20/04/2026
ORIGENS ( Sônia Barros ) in Mezzo Vôo; Nankin, São Paulo, 2007. Para Maria Aparecida Rangel Murbach
1
FIM DA LINHA ( Sônia Barros ) In Fios; Biblioteca Pública do Paraná, Curitiba, 2014
O trem desapareceu,
CONSTATAÇÃO ( Sônia Barros ) In Fios; Biblioteca Pública do Paraná, Curitiba, 2014
Descobriu sem tristeza
MOÇA COM BRINCO DE PÉROLA ( Sônia Barros ) In Fios; Biblioteca Pública do Paraná, Curitiba, 2014
Além da pérola
LUDO REAL ( Vinícius Cantuária & Chico Buarque )
Que nobreza você tem
18/04/2026
NO FUNDO ( Edgardo Xavier )
Parou em ti o meu olhar de fome
17/04/2026
SOLSTÍCIO DE VERÃO ( Maíra Dal’ Maz ) in Vira Uma Pedra O Tempo - Patuá, São Paulo, 2024
digamos que hoje é mesmo
LITHIUM ( Maíra Dal’ Maz ) in Vira Uma Pedra O Tempo - Patuá, São Paulo, 2024
na envergadura de um pé de cana
BARRAGEM ( Maíra Dal’ Maz ) in Vira Uma Pedra O Tempo - Patuá, São Paulo, 2024
se arrependimento matasse
CORPOEMA ( Lívia Natália ) in Em Face dos Últimos Acontecimentos; Caramurê, Salvador, 2022
Sou forte como as pedras
UMA HISTÓRIA COM REFRÕES ( Adélia Prado ) in O Jardim das Oliveiras - Record, Rio de Janeiro, 2025
Por causa da chuva,
VEROSSÍMIL ( Adélia Prado) in Poesia Reunida - Siciliano, 1991.
REGRESSO ( Alexandra Vieira de Almeida )
A chuva se abriu em pétalas
TODO AMOR ( Marina V. Medeiros )
Todo amor é imenso
O AMOR EM LINGUAGEM DE COMPUTADOR (versão 2)(Maria Carlos Loureiro)Acasos e Mistérios, Quetzal Ed, 1998-Lisboa, Portugal.
Percorro com os dedos o teclado
SILÊNCIO ( Juana de Ibarbourou ) Tradução de Hector Zanetti
Minha casa tão longe do mar.
A HORA ( Juana de Ibarbourou ) Tradução de Maria Teresa Almeida Pina
Toma-me agora que ainda é cedo
e que levo dálias novas na mão.
EDUCAÇÃO SENTIMENTAL ( Cristina Peri Rossi ) Tradução de Maria Teresa Almeida Pina
Se fosse analfabeta
POEMA ( Louise Labé ) Tradução de Sérgio Duarte
Belos olhos que fingem não me ver
CHUVA ( Ribeiro Couto) Poesias Reunidas. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1960
A chuva fina molha a paisagem lá fora.
I (2) ( Luíza Mendes Furia ) In Vênus em Escorpião - Patuá, São Paulo, 2016
Abandonei o tempo dos limites.
CANÇÃO ( Cecília Meireles ) in Viagem; 1939
Pus o meu sonho num navio
BALADA DAS DEZ BAILARINAS DO CASSINO ( Cecília Meireles ) in Retrato Natural; 1949
Dez bailarinas deslizam
MELANCOLIA ( Henriqueta Lisboa ) in A Face Lívida: poesia, 1945.
Água negra
SERENA ( Henriqueta Lisboa ) in Velário; 1936.
Essa ternura grave









