Os muros enflorados caminhavam ao lado de um
POÉTICA LEITURA
"O único jeito de suportar a existência é mergulhar na literatura como numa orgia perpétua". ( Gustave Flaubert )
07/02/2026
O SOLITÁRIO ( Manoel de Barros ) in livro "Face imóvel" (1942), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. SP: Editora Leya, 2010.
2 ( Manoel de Barros ) in livro "Poesia" (1947), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. SP: Editora Leya, 2010.
São mil coisas impressentidas
8 ( Manoel de Barros ) in livro "Poesia" (1947), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. SP: Editora Leya, 2010.
A boca está aberta, seca e escura
11 (Manoel de Barros) in livro "Poesia" (1947), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. SP: Editora Leya, 2010.
Aqui: ardo e maduro.
ZONA HERMÉTICA ( Manoel de Barros ) in livro "Poesia" (1947) 'Poesia completa: Manoel de Barros'. SP: Editora Leya, 2010.
De repente, intrometem-se uns nacos de sonhos;
X (Manoel de Barros) no livro "O Guardador de Águas" (1989), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. SP: Editora Leya, 2010.
É o mais engenhoso estafermo.
7 ( Manoel de Barros )in livro "O Guardador de Águas" (1989), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. SP: Editora Leya, 2010.
O rio atravessou um besouro pelo meio — e uma falena.
8 (Manoel de Barros) in livro "O Guardador de Águas" (1989), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. SP: Editora Leya, 2010.
Uma chuva é íntima
10 (Manoel de Barros) in livro "O guardador de águas" (1989), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. SP: Editora Leya, 2010.
Em passar sua vagínula sobre as pobres coisas do chão,
12 ( Manoel de Barros ) in livro "O Guardador de Águas" (1989), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. SP: Editora Leya, 2010.
Que a palavra parede não seja símbolo
III ( Manoel de Barros ) in livro "O Guardador de Águas" (1989), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. SP: Editora Leya, 2010.
Chove torto no vão das árvores.
NAS ASAS DO MOINHO ( Paulinho Nogueira )
06/02/2026
CADERNO DE ANDARILHO ( Manoel de Barros ) - Retrato de Concerto A Céu Aberto Para Solos De Ave, 1991
Quando menino encompridava rios.
CADERNO DE APONTAMENTOS - XIII ( Manoel de Barros ) de Concerto A Céu Aberto Para Solos De Ave, 1991
Certas palavras tem ardimentos; outras, não.
05/02/2026
NO FUNDO DOS RELÓGIOS ( Filipa Leal ) in "A Cidade Líquida e Outras Texturas"; Deriva Editores)
Demoro-me neste país indeciso
COR-RESPONDÊNCIA ( Elisa Lucinda ) in "O Semelhante". Rio de Janeiro: Editora Record, 1998.
Remeta-me
DISTÂNCIA JUSTA ( Cristina Peri Rossi ) tradução: Sandra Santos
No amor, e no boxe,
NÃO QUISERA QUE CHOVESSE ( Cristina Peri Rossi ) tradução: Sandra Santos
Não quisera que chovesse
04/02/2026
É O MAR QUE ENSINA A PERDER ( Mar Becker ) in Noite Devorada; Círculo de Poemas, São Paulo, 2025.
é o mar que ensina a perder
APROXIMA-TE DO AMOR ( Mar Becker ) in Noite Devorada; Círculo de Poemas, São Paulo, 2025.
aproxima-te do amor sem muitas perguntas
aprende-o impensado, intocado aindasem perguntas aproxima-te, como descobrindo notempo um tempo sempalavrascom medo de quese chamado, o amor(esse pássaro)
PORQUE O AMOR TORNA FRÁGIL ( Mar Becker ) in Noite Devorada; Círculo de Poemas, São Paulo, 2025.
porque o amor torna frágil tudo o que toca
e porque eu mesma não evitei quetocasse meu corpomeus ossosminha respiraçãomeu sonopor isso temo por mim —pelo risco de desabar a um
PORQUE UMA DE MIM CHAMA ( Mar Becker ) in Noite Devorada; Círculo de Poemas, São Paulo, 2025.
porque uma de mim chama
ALIÁS ( Djavan )
Existem coisas que o amor diz
ALEGRE MENINA ( Dori Caymmi & Jorge Amado )
O que fizeste, sultão, de minha alegre menina
PRINCE CHARMANT ( Florbela Espanca ) in Livro de Soror Saudade, 1923
No lânguido esmaecer das amorosas
CEBOLA ( Maria Lúcia Dal Farra )
Gosta dos dias longos
AUTORRETRATO ( Maria Teresa Horta )
Eu sou outra em mim mesma
DE AMOR ( Maria Teresa Horta )
Falar da paixão
ARMA ( Maria Teresa Horta )
Estou ferida
AS TUAS MÃOS ( Maria Teresa Horta )
As tuas mãos
INCÊNDIO ( Maria Teresa Horta )
Este fogo em mim









