Me fazem tanta vergonha
Esses meus seios safados.
Por qualquer rosto bonito
Eles ficam eriçados.
Quando se sentem soltinhos
Livres do meu sutiã,
Começam a ficar pontudos
Mas despertam na manhã.
Nas ruas, um olhar de homem
Olhar safado, guloso,
Deixa meus peitinhos doidos,
Sem sossego, sem repouso.
E na cama, nossa mãe!
Querem mil beijos, lambidas,
Não descasam um instante,
