Bebo-te às golfadas
Meu êxtase de olhares vislumbrados
Em cadências súbitas
Nas tuas mãos de organza
Em minhas coxas prenhes de grito
E de ti.
Estilhaço-me
Nas naus dos navios
Que teus braços arrastam de mim
Bebo-te incessantemente
Até ao rasgar do Templo
E faço amor plena de aromas
