Ai, que translúcido te fazes
Que maravilha teus ares
Ai, bem-querer de mim!
Tu
Nos teus palanquins do alto
Olhando-me tão ferida
Tão mula velha
Tão carne de despedida
Tão ossos
Tão tudo que regozija
Tua garganta de brisa!
Vem. Engole-me inteira
