"O único jeito de suportar a existência é mergulhar na literatura como numa orgia perpétua". ( Gustave Flaubert )
Tu, em tudo presença,
vibrar de asa,
eu, que nem nome tenho,
jamais nua de água,
tu, felicidade do corpo
embasado em brasa,
eu, sequer lembrança,
mero eco na sala,
tu, veneno curare
— e eu é que me chamo naja?