"O único jeito de suportar a existência é mergulhar na literatura como numa orgia perpétua". ( Gustave Flaubert )
com uma saia cigana
um xale de renda preta
e eu virava uma puta
uma mulher sem cabresto
depois — a roupa trocada
e limpa de qualquer culpa
fantasiada de santa
ninguém me apontava o dedo
difícil é ficar nua — ser duas
seres tu mesma