Em ti repouso o que em mim mais pesa
e segues leve.
Como levas?
Confio-te sono e ânsias.
Entrego a nuca à tua calma de lavanda.
De onde a trazes?
Enfronhado em linho, acolhes exaustão,
fantasmas.
Pergunto-me e não respondes:
que queres deles
e dos murmúrios e gemidos
que ouves sem susto?
A quem pertence essa saliva?
Quem se molda a quem
