Você toma um gole amargo.
Eu bebo as lágrimas que seus olhos se esforçam para segurar,
Uma xícara de borra, de meimendro mergulhado em palha.
Seu peito é quente,
Sua fúria é pesada e fria,
Durante o descanso da tarde, você sonha,
Eu escuto os gemidos, você morre mil mortes.
Quando tiras de cana açoitam o corpo
escuro e fraco, você sente o golpe.
Escuto na sua respiração.