O cacho de bananas amarelíssimas, que meu avô tirou do armário preto de papéis cartoriais.
A velha naturalista estrangeira, meio surda, se fazendo carregar pelos índios, de aldeia em aldeia.
Uma légua de piranhas mortas, dourando a baía ao amanhecer
de não mais ser, nem estar, jamais aí.
Vocês todos vivendo, seus filhos da puta. Só eu não.