um jardim japonês,
pernas banhadas em veludo,
almofadas de tigre.
o primeiro tato,
a palma liqüefazia-se em luz
e vc procurava com calma meu umbigo.
a chuva fina escorria nas minhas veias
vc descortinava meu sono em mordidas,
e deflorou de leve minha manhã.