Ficaram expostas as substâncias.
"O único jeito de suportar a existência é mergulhar na literatura como numa orgia perpétua". ( Gustave Flaubert )
02/02/2026
FELINO ( Yara Fernandes Souza ) in Sádica Sílaba, Editora Patuá, 2021).
O BATISMO ( Andressa Monteiro ) in “Velho Mundo e Outros Poemas” ; Patuá, 2023.
enfio o meu seio de frutas doces entre
LASCÍVIA ( Andressa Monteiro ) in “Velho Mundo e Outros Poemas” ; Patuá, 2023.
danço molhada
ORAÇÃO ( Raquel Naveira )
Senhor,
VALVA ( Lígia Dabul )
nasciam os pêlos
ESPELHO ( Raquel Naveira )
Quando olho no espelho
01/02/2026
LIÇÃO DE CASA ( Flora Figueiredo )
Você tampa a panela,
CHOVE ( Lígia Dabul )
Chove tudo.
CABELO ( Raquel Naveira )
Estou triste,
CANTO DE SEREIA ( Raquel Naveira )
Vem, meu Ulisses,
RETROSPECTIVA ( Flora Figueiredo ) in "Chão de Vento". São Paulo: Geração Editorial, 2006.
Porque a vida é feita de proibições,
TRAJETO ( Flora Figueiredo ) in "O Trem Que Traz A Noite". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000.
Pressenti você por onde andei:
TRATADO MANSO DE LOUCURA ( Flora Figueiredo ) in "Florescência". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.
Como amo a paz de estar comigo!
PRIMAVERA ( Flora Figueiredo ) in "O Trem Que Traz A Noite". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000.
Esse acorde doce me faz lembrar
PERPLEXIDADE ( Flora Figueiredo ) in "Chão de Vento". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.
Sempre pensei que quando a gente envelhecesse,
FÉ (Flora Figueiredo) in "Chão de Vento". São Paulo: Geração Editorial, 2006.
Sob a abóboda, uma tonalidade âmbar,
DOIS ( Flora Figueiredo ) in "Florescência". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.
Dois:
NÓ (Flora Figueiredo) in "Amor A Céu Aberto". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992.
Estou perdidamente emaranhada
LÍQUIDO ( Flora Figueiredo ) in "Calçada de Verão". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989.
Teu beijo é tanto
JÁ ( Flora Figueiredo ) in "Florescência". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987
Segure o beijo antes que acabe,
INDOMÁVEL ( Flora Figueiredo ) in "Chão de Vento". São Paulo: Geração Editorial, 2006.
Sem água morna,
DUPLICIDADE ( Flora Figueiredo ) in "Chão de Vento". São Paulo: Geração Editorial, 2006.
Eu te pressinto
CONSELHO ( Flora Figueiredo) in "O Trem Que Traz a Noite". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000.
Nunca chore um insucesso.
Por Jorge de Sena
Que coisas se fariam - tão de seios
Por Jorge de Sena
-Meu corpo, que mais receias?

.jpg)














