a poesia que há no que a pele sente quando sente
que há nela outra pele,encostando, os corpos, a calidez, as pernasentrelaçadas, mamilos entre dedos que apertamcom força, a respiração. o cabelo, orasolto, ora preso em coque, deixando ver, por inteiro,o pescoço. e a poesia que há nos pequenos lábios, enos grandes. a respiração, a transpiração.depois, o torpor. e a pele, cansada. a certezade que só a poesia redimirá nossos pecados(que são muitos),
