20/10/2025

Por Ariadne Marinho

 Um quase abraço que terminou em distância.

Um quase afeto que nunca se nomeou.
Um quase encontro que ardeu no corpo, mas fugiu da alma.

Fomos desejo pulsante, pele quente, beijos que nunca souberam ser só brincadeira.
Fomos impulso, urgência, vontade crua.
Fomos palavras jogadas onde habita o silêncio.