Minha morte nasceu quando eu nasci.
Despertou, balbuciou, cresceu comigo
E dançamos de roda ao luar amigo
Na pequena rua em que vivi.
Já não tem mais aquele jeito antigo
De rir e que, ai de mim, também perdi!
Mas inda agora a estou sentindo aqui,
Grave a boa, a escutar o que lhe digo:
Tu que és minha doce Prometida,
Nem sei quando serão as nossas bodas,
Se hoje mesmo ou no fim de longa vida
E as horas lá se vão, loucas ou tristes
Mas é tão bom, em meio às horas todas,
