por mim achada.
"O único jeito de suportar a existência é mergulhar na literatura como numa orgia perpétua". ( Gustave Flaubert )
26/09/2024
DESFOLHADA PORTUGUESA ( José Carlos Ary dos Santos )
25/09/2024
( Ivo Machado ) in A Cidade Desgovernada, Porto, 2016
23/09/2024
A CASA ( Adélia Prado )
É um chalé com alpendre,
SENSORIAL ( Adélia Prado )
Obturação, é da amarela que eu ponho.
OS LUGARES - COMUNS ( Adélia Prado )
Quando o homem que ia casar comigo
SAUDADES ( Florbela Espanca )
Saudades! Sim, talvez e por que não?
ALMA A SANGRAR ( Florbela Espanca )
Quem fez ao sapo o leito carmesim
FALO DE TI ÀS PEDRAS DAS ESTRADAS ( Florbela Espanca ) in A Mensageira das Violetas
Falo de ti às pedras das estradas,
PERDI OS MEUS FANTÁSTICOS CASTELOS ( Florbela Espanca )
Perdi meus fantásticos castelos
SERENATA À CHUVA ( Rosa Alice Branco )
Chuva, manhã cinza, guarda-chuva.
HORA DE PONTA ( Rosa Alice Branco )
Apanhar um lugar a esta hora é uma sorte, poder olhar
A ÁRVORE DA SOMBRA ( Rosa Alice Branco )
A árvore da sombra
DESDE SEMPRE EM MIM ( Hilda Hilst )
Contente. Contente do instante
ATRAVESSAREMOS JUNTOS AS GRANDES ESPIRAIS ( Hilda Hilst )
Que boca há de roer o tempo? Que rosto
TE BAPTIZAR DE NOVO ( Hilda Hilst )
Te baptizar de novo.
VINDA DO FUNDO ( Hilda Hilst ) In Da Morte. Odes Mínimas Ed. Globo, São Paulo, 2003.
Vinda do fundo, luzindo
EXISTE A NOITE ( Hilda Hilst ) in 'Do Desejo'
Existe a noite, e existe o breu.
TATEIO ( Hilda Hilst ) in Prelúdios - Intensos para os Desmemoriados do Amor
Tateio. A fronte. O braço. O ombro.
AO AMOR ( Lupe Cotrim Garaude )
O que desejas de mim
OUTONO ( Eugénio Andrade )
O outono vem vindo, chegam melancolias,
22/09/2024
VIDA ( Patrícia Ariza )
O colete à prova de balas é inútil
HARPA III - AO SOL ( Joaquim de Souza Andrade )
Tímida e bela e taciturna virgem
QUANDO A TERNURA FOR A ÚNICA REGRA DA MANHÃ (José Luís Peixoto)
um dia, quando a ternura for a única regra da manhã,
a perfeição da felicidade.
by Rupy Kaur - versão de Andrea Rivas - Para pais com filhas
DISCURSO ( María Montero )
Uma mulher não tem endereço:
INTERLÚDIO (Josefina Barrón )
de novo eu desamarro sua gravata e penduro seu nome



















