Atrás do Palácio
que as nações adoram,
atrás das torres no jardim
do pasmo,
sob a última lua do verão,
a tua face
E então o Palácio se revela,
e a lua de setembro se
transmuta,
desvendando
a menorá
do teu seio.
O caminho até o jardim
da tua soberania.